terça-feira, 18 de dezembro de 2018
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Agenda de Cursos
Francisco Laranja Cursos Fiscais
Setembro de 2018
04/09 Curso sobre a EFD Reinf no Sindimetal em São Leopoldo
06/09 Curso sobre a EFD Reinf in company no escritório
Aprove de Porto Alegre
10/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb no Sincovat em Lajeado
11/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb no escritório Neiva
Dahmer em São Sebastião do Caí
12/09 Curso sobre EFD Reinf na ACIVI em Viamão
13/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb na CIC de Caxias do
Sul
17/09 Palestra sobre Retenções e a EFD Reinf no escritório
Gerencial de Porto Alegre
18/09 Curso sobre emissão de notas fiscais promovido pelo
escritório Assemprel em Cachoeirinha
19/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb em Montenegro pelo SESCON
RS
25/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb no SESCON Serra Gaúcha
26 e 27/09 Curso sobre EFD Reinf e DCTFweb na ACI/NH
28/09 Curso sobre DCTFweb na empresa Qualiinfo em Porto
Alegre
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Agenda de Cursos Francisco Laranja Cursos Fiscais
Agenda de Cursos
Francisco Laranja Cursos Fiscais
Agosto de 2018
De 06 a 21 das 18h às 22h de segunda a quinta: Formação de
Analista Fiscal no SESCON RS
10/08 Curso sobre o Bloco K do SPED Fiscal na CIC de Caxias
do Sul
13/08 Curso sobre a EFD Reinf no SESCON RS
16/08 Curso sobre a DCTFweb no SESCON RS
20/08 Curso sobre a Desoneração da folha e as alterações da
Lei 13.670 de 2018
22/08 Curso sobre a EFD Reinf na ACISA de Sapiranga
23/08 Curso sobre o preenchimento da GIA e do SPED Fiscal na
UCS de Nova Prata
24/08 Curso sobre a EFD Reinf no SESCON RS (2ª turma)
27/08 Curso sobre a EFD Reinf na CICS de Farroupilha
28/08 Curso sobre a EFD Reinf no SESCON Serra Gaúcha em
Caxias do Sul
29 e 30/08 Curso avançado em ICMS na ACI de Novo Hamburgo
31/08 Curso sobre a EFD Reinf e DCTFweb em parceria com a
empresa QualiInfo
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
EFD-Reinf, DCTFWeb e EFD-Contribuições
EFD-Reinf, DCTFWeb e EFD-Contribuições
Publicado em 31/07/2018
EFD-Reinf, DCTFWeb e EFD-Contribuições
Em conformidade com o art. 15 da a IN RFB nº 1.787/2018 (alterada pela IN RFB nº 1.819/2018), que dispõe sobre a DCTFWeb, não deverão ser informados valores de CPRB na DCTF a partir do mês em que se tornar obrigatória a entrega da DCTFWeb, de acordo com o cronograma estabelecido no art. 13 da Instrução Normativa RFB nº 1.787, de 7 de fevereiro de 2018, conforme o tipo de sujeito passivo.
Desta forma, para as entidades integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariais”, do Anexo V da IN RFB nº 1.634/2016 (PJ com faturamento no ano-calendário de 2016 acima de R$ 78.000.000,00), os valores devidos a título de CPRB referentes ao período de apuração de julho de 2018 deverão ser declarados na DCTF convencional, sendo obrigada a declarar na DCTFWeb a partir de agosto/2018, em função da alteração de início de obrigatoriedade definida pela IN RFB nº 1.819/2018;
Considerando que não foi alterado o cronograma de obrigatoriedade da EFD-Reinf, as entidades citadas acima devem escriturar regularmente a EFD-Reinf a CPRB referente ao período de apuração julho/2018, cujo valor apurado deve ser declarado na DCTF convencional.
Para fins de melhor compreensão, devem as entidades integrantes do Grupo 2 do Anexo V da IN RFB nº 1.634/2006, observar o seguinte cronograma quanto a escrituração e declaração da CPRB referente o ano-calendário de 2018:
Período de Apuração | Escrituração no Sped | Declaração do Débito |
Janeiro | EFD-Contriibuições | DCTF (Convencional) |
Fevereiro | EFD-Contribuições | DCTF (Convencional) |
Março | EFD-Contribuições | DCTF (Convencional) |
Abril | EFD-Contribuições | DCTF (Convencional) |
Maio | EFD-Contribuições | DCTF (Convencional) |
Junho | EFD-Contribuições | DCTF (Convencional) |
Julho | EFD-Reinf | DCTF (Convencional) |
Agosto | EFD-Reinf | DCTFWeb |
Setembro | EFD-Reinf | DCTFWeb |
Outubro | EFD-Reinf | DCTFWeb |
Novembro | EFD-Reinf | DCTFWeb |
Dezembro | EFD-Reinf | DCTFWeb |
Por conseguinte, ficam mantidas as definições contidas na Nota Técnica EFD-Contribuições nº 007/2018, que desobriga a entrega do Bloco P na EFD-Contribuições a partir da competência 07/2018 para as empresas com faturamento acima de R$78.000.000,00.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Substituição da ECD Signatários
REGRA_OBRIGATORIO_CONTADOR_TERMO:
Verifica,
caso a escrituração seja substituta, se há, pelo menos, um contador ou
contabilista (910) assinando a ECD. A ECD substituta deverá ter, pelo menos,
três assinaturas (uma do signatário que será validado como responsável pela
assinatura da ECD, uma do contador/contabilista responsável pela ECD e uma do
contador/contabilista responsável pelo termo de verificação para fins de
substituição da ECD). Se a
pessoa jurídica for auditada por auditoria independente, também será necessária
a assinatura do auditor independente (920). Se a regra não for cumprida, o PGE
do Sped Contábil gera um erro.
DAS OPERAÇÕES COM VEÍCULOS USADOS
Art. 242. As pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores poderão equiparar, para efeitos tributários, como operação de consignação, as operações de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, bem assim dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados.
§ 1º Os veículos usados, referidos neste artigo, serão objeto de nota fiscal de entrada e, quando da venda, de nota fiscal de saída, sujeitando-se ao respectivo regime fiscal aplicável às operações de consignação.
§ 2º Considera-se receita bruta, para efeitos do disposto neste artigo, a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado tiver sido alienado, constante da nota fiscal de venda, e o seu custo de aquisição, constante da nota fiscal de entrada.
§ 3º O custo de aquisição de veículo usado, nas operações de que trata este artigo, é o preço ajustado entre as partes.
§ 4º Na determinação das bases de cálculo estimadas, do lucro presumido, do lucro arbitrado, do resultado presumido e do resultado arbitrado, aplicar-se-á o percentual de 32% (trinta e dois por cento) sobre a receita bruta definida no § 2º.
§ 5º A pessoa jurídica deverá manter em boa guarda, à disposição da RFB, o demonstrativo de apuração da base de cálculo a que se refere o § 2º.
§ 6º As disposições deste artigo aplicam-se exclusivamente para efeitos fiscais.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Em julho de 2018 entra em vigor a DCTFweb
Art. 13. A DCTFWeb substitui a Guia de Recolhimento do Fundo
de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) como
instrumento de confissão do crédito previdenciário.
§ 1º A entrega da DCTFWeb será obrigatória em relação aos
tributos cujos fatos geradores ocorrerem:
I - a partir do mês de julho de 2018, para as entidades
integrantes do “Grupo 2 - Entidades Empresariais”, do Anexo V da Instrução
Normativa RFB nº 1.634, de 6 de maio de 2016, com faturamento no ano-calendário
de 2016 acima de R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões de reais);
II - a partir do mês de janeiro de 2019, para os demais
sujeitos passivos, exceto para aqueles previstos no inciso III deste parágrafo
e no § 3º; e
III - a partir do mês de julho de 2019, para os entes
públicos integrantes do “Grupo 1 - Administração Pública”, do Anexo V da
Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 2016.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Alterações no IRPF para 2018
A Receita Federal mudou as regras para declaração do Imposto
de Renda para Pessoas Físicas (IRPF).
A Instrução
Normativa 1.756 foi publicada no Diário Oficial da União dia
06.11.2017.
Entre as principais mudanças está a declaração de
dependentes (em caso de guarda compartilhada) e as regras para dedução de
gastos com saúde.
No caso de guarda compartilhada, cada filho só vai poder ser
considerado dependente de um dos pais.
Segundo a Receita, a medida é uma adequação às alterações realizadas no Código Civil.
A RFB reduziu de 12 para 8 anos a inscrição obrigatória no
CPF para informar dependentes;
O programa do IRPF passa a contar com campos de informações
complementares, que mudam de acordo com o tipo de bem a ser informado (imóveis,
veículos, etc.);
O Fisco também pedirá o CNPJ da instituição financeira em
que o contribuinte possui conta-corrente e aplicações financeiras. Esse campos é
opcional em 2018 e obrigatório em 2019;
Outra mudança no programa é a informação sobre a alíquota
efetiva utilizada no cálculo da apuração do imposto. A ideia da Receita Federal
é exibir o valor em relação aos rendimentos menos as deduções;
Há mudanças também para a declaração de despesas médicas. No
caso de fertilização in vitro, por exemplo, somente poderá deduzir os custos do
imposto o paciente que recebeu o tratamento.
As deduções com dependentes também mudam. Nos casos em que o
tratamento médico foi feito em um ano; e o pagamento, em outro, é preciso que o
dependente conste, obrigatoriamente, nos
dois anos.
Em remessas para o exterior, a retenção na fonte passa a ser
isenta quando feita para fins educacionais, científicos ou culturais. Remessas
feitas para o tratamento médico (do contribuinte ou de seus dependentes) também
são isentas.
A Receita também simplificou a tabela de cálculo do imposto.
Até agora, não houve reajuste nas faixas a serem consideradas na próxima
declaração, que vão ter como base o ano de 2017.
Confira as principais mudanças, conforme publicado em nota
oficial de Receita Federal:
Guarda Compartilhada
1. no caso de guarda compartilhada, cada filho pode ser
considerado como dependente de apenas um dos pais, tendo em vista as
modificações do Código Civil;
Benefícios fiscais
2. em relação a alguns benefícios fiscais que tiveram seus
prazos prorrogados, estabelece-se o prazo para a dedução do imposto:
2.1. valores despendidos a título de patrocínio ou de doação,
no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos: até o ano-calendário
de 2022;
2.2. valores correspondentes às doações e aos patrocínios
diretamente em prol de ações e serviços no âmbito do Programa Nacional de Apoio
à Atenção Oncológica (Pronon) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da
Saúde da Pessoa Com Deficiência (Pronas/PCD): até o ano-calendário de 2020;
2.3. quantias referentes a investimentos e a patrocínios
feitos na produção de obras audiovisuais cinematográficas aprovadas pela
Agência Nacional do Cinema (Ancine), bem como na aquisição de cotas dos Fundos
de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional (Funcines): até o
ano-calendário de 2017;
Bolsas científicas
3. o fato de que a bolsa concedida pelas Instituições
Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) para realização de atividades
conjuntas de pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de tecnologia,
produto, serviço ou processo, caracteriza-se como doação, não configura vínculo
empregatício, não caracteriza contraprestação de serviços nem vantagem para o
doador, razão pela qual estaria isenta
do imposto sobre a renda;
Contribuintes no regime especial de regularização cambial
4. o esclarecimento de que as pessoas físicas que aderiram
ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) devem informar
na Declaração de Ajuste Anual (DAA) os bens e direitos de qualquer natureza
constantes da declaração única de adesão ao referido regime de regularização;
5. da mesma forma, com a reabertura do prazo de adesão ao
RERCT por 120 dias, a legislação criou a obrigação de incluir os bens ou
direitos de qualquer natureza regularizados, obtidos a partir de 1º de julho de
2016, na DAA relativa ao ano-calendário de 2016;
Remessas para o exterior
6. não estão
sujeitas à retenção na fonte do imposto sobre a renda as remessas
destinadas ao exterior para fins educacionais, científicos ou culturais, bem
como as remessas efetuadas por pessoas físicas residentes no País para
cobertura de despesas médico-hospitalares com tratamento de saúde, no exterior,
do remetente ou de seus dependentes;
Pessoas com deficiência
7. uniformiza-se o tratamento dado pela norma às pessoas com
deficiência, evitando-se termos inadequados contidos no texto original;
Auxílio-doença
8. esclarece-se que só há isenção do imposto sobre a renda
em relação aos rendimentos decorrentes de auxílio-doença, que possui natureza
previdenciária, não havendo isenção para os rendimentos decorrentes de licença
para tratamento de saúde, por ter natureza salarial;
Indenização por reforma agrária
9. muito embora haja previsão legal apenas para a isenção do
imposto em relação às indenizações em virtude de desapropriação para fins da
reforma agrária, estão dispensados da retenção do imposto na fonte e da
tributação na DAA as verbas auferidas a título de indenização advinda por
desapropriação, seja por utilidade pública ou por interesse social, tendo em
vista que a matéria consta da lista de dispensa de contestar e recorrer da
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN);
Alienação de imóvel residencial
10. no caso de descumprimento das condições necessárias para
que possa haver isenção do ganho de capital do contribuinte residente no País
que alienou imóvel residencial, mas que no prazo de 180 dias aplicou o produto
da venda na aquisição de outro imóvel residencial localizado no País, torna-se
mais claro o valor dos juros de mora e da multa a serem aplicados;
11. possibilidade de se reconhecer a isenção do ganho de
capital auferido na alienação do único imóvel de até R$ 440.000,00, na hipótese
de o bem ter sido adquirido por cônjuges casados obrigatoriamente sob o regime
de separação de bens, esclarecendo que os requisitos devem ser verificados
individualmente, por cônjuge, observada a parcela que couber a cada um;
Tributação de multas por infração de contrato
12. retificação do entendimento da Receita Federal,
informando-se que estão sujeitos à incidência do imposto na fonte, mediante a
utilização das tabelas progressivas, a título de antecipação as multas pagas
por pessoa física em virtude de infração a cláusula de contrato, sem gerar,
porém, sua rescisão (nos casos de rescisão contratual, também há a retenção a
título de antecipação, mas com alíquota de 15%);
Tributação de Rendimentos Recebidos Acumuladamente
13. abarca-se situação em que houve, na tributação de
Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA), a dedução de uma despesa que se
mostrou indevida no futuro, sendo que na hipótese de devolução desse valor,
haverá tributação do imposto sobre a renda, mas essa tributação dar-se-á,
também, na sistemática dos RRA;
Atualização de valores em casos de dano moral, aposentadoria
e pensão
14. atualiza-se a lista de dispensa de retenção do imposto e
da tributação na DAA para os casos tratados por atos declaratórios emitidos
pelo Procurador-Geral da Fazenda Nacional:
14.1. verbas recebidas a título de dano moral;
14.2. valores recebidos a título de aposentadoria, reforma
ou pensão, quando o beneficiário for portador do gênero patológico “cegueira”,
mesmo que monocular;
14.3. proventos de aposentadoria, reforma ou pensão
recebidos por pessoa física com moléstia grave, independentemente da comprovação
da contemporaneidade dos sintomas ou da recidiva da enfermidade;
Isenção dos juros de mora
15. o conceito dos juros de mora decorrentes do recebimento
de verbas trabalhistas estão dispensados da retenção do imposto e da tributação
na DAA, mas devem ser interpretados no contexto da perda de emprego, não se
destinando à extinção do contrato de trabalho decorrente de pedidos de demissão
por iniciativa unilateral do empregado;
Redução de valores após a declaração
16. acrescenta-se novo artigo para informar que nos casos de
redução de débitos inscritos em Dívida Ativa da União (DAU) e de débitos
objetos de pedido de parcelamento deferido será admitida a retificação da
declaração somente após autorização administrativa, desde que haja prova inequívoca
do erro no preenchimento da declaração. Os débitos já inscritos em DAU, por
gozarem de presunção de liquidez e certeza, e os débitos objeto de
parcelamento, por serem decorrentes de confissão irrevogável e irretratável,
não poderiam ter seus valores reduzidos, no entanto, não se pode negar a
possibilidade da existência de erro de fato na declaração apresentada. Assim,
permite-se a redução dos valores confessados na declaração após análise da
Receita Federal da comprovação do erro apresentado pelo contribuinte.
Despesas médicas
17. introduz-se no texto da norma, o entendimento da Receita
Federal em decisões recentes:
17.1. são indedutíveis as despesas médicas pagas em
determinado ano-calendário quando incorridas em ano-calendário anterior e
referentes a dependente tributário relacionado apenas na DAA do ano-calendário
em que se deu a despesa;
17.2. as despesas de fertilização in vitro são consideradas
dedutíveis somente na DAA do paciente que recebeu o tratamento médico;
17.3. nas hipóteses de ausência de endereço nos recibos
médicos, essa falta pode ser suprida, de ofício, caso conste essa informação
nos sistemas informatizados da RFB;
Relações de trabalho
17.4. as importâncias pagas, devidas aos empregados em
decorrência das relações de trabalho, mesmo não integrando sua remuneração, se
forem consideradas despesas necessárias à percepção da receita e à manutenção
da fonte produtora, podem ser deduzidas;
17.5. nos casos em que haja convenção ou acordo de trabalho,
por constituírem obrigação do empregador, as despesas neles previstas são
consideradas necessárias e, portanto, dedutíveis;
Dedução com carros-forte
17.6. esclarece-se, ainda, que é permitido aos cartórios
deduzir as despesas com a contratação de carro-forte;
Atualização da tabela
17.7. por fim, altera-se o Anexo II da Instrução Normativa
de modo a introduzir tabela progressiva anual a ser considerada a partir do
exercício de 2017, ano-calendário de 2016.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Receita Federal regulamenta DCTFWeb
Foi publicada, no Diário Oficial da União de hoje, a Instrução Normativa RFB nº 1.787, de 2018, que apresenta as regras relativas à DCTFWeb. Essa declaração será gerada, automaticamente, a partir das informações prestadas nas escriturações do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e/ou da Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf), módulos integrantes do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped).
A DCTFWeb será acessada em um portal na internet, via eCac da RFB que fica dentro da área “Serviços”. Após o encerramento da apuração, seja ela oriunda do eSocial e/ou da EFD-Reinf, a DCTFWeb recebe essas informações e gera uma declaração, contendo os débitos (desconto de segurados, contribuição patronal e para outras entidades e fundos, etc.) e os créditos (dedução de salário-família, salário-maternidade e de retenções sobre notas fiscais), consolidando todas essas informações e fazendo a apuração do saldo a pagar (débitos menos créditos). Após a transmissão da declaração será disponibilizada a emissão do DARF, que também será eletrônica e com código de barras.
É possível o aproveitamento de outros créditos, como compensações, parcelamentos e pagamentos, bem como a suspensão de débitos acobertados por decisões judiciais ou mesmo a exclusão de valores que já tenham sido objeto de lançamento de ofício.
A declaração será única por empresa (entregue pela matriz) e deverá ser assinada digitalmente.
A DCTFWeb será obrigatória, inicialmente, apenas para as empresas com faturamento, no ano-calendário de 2016, acima de R$ 78 milhões. Esses contribuintes estarão obrigados à entrega da DCTFWeb, em substituição à GFIP, a partir dos fatos geradores que ocorram a partir de 01/07/2018.
Os demais contribuintes passarão a entregar a DCTFWeb a partir de 1/1/2019, exceto os órgãos públicos da administração pública, que iniciarão o envio em 1/7/2019.
As pessoas jurídicas imunes e isentas devem obedecer ao prazo de 1/1/2019, mesmo que tenham registrado faturamento acima de R$ 78 milhões em 2016.
Os sujeitos passivos que optarem pela utilização antecipada do eSocial na forma especificada no § 3º do art. 2º da Resolução do Comitê Diretivo do eSocial nº 2, de 30 de agosto de 2016, ainda que imunes e isentos, ficam obrigados à entrega da DCTFWeb em relação aos tributos cujos fatos geradores ocorrerem a partir do mês de julho de 2018.
A DCTFWeb deverá ser apresentada até o dia 15 (quinze) do mês seguinte ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Se essa data recair em dia não útil, o prazo será antecipado para o dia útil imediatamente anterior.
Para apresentação da DCTFWeb é necessária a utilização de certificado de segurança emitido por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), exceto para as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) que tenham até um empregado no período a que se refere a declaração e para os Microempreendedores Individuais (MEI), que deverão utilizar código de acesso.
Deverão constar na DCTFWeb as informações relativas às seguintes contribuições previdenciárias:
a) previstas nas alíneas “a” e “c” do parágrafo único do art. 11 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991;
b) instituídas a título de substituição às incidentes sobre a folha de pagamento; e
c) destinadas a outras entidades ou fundos.
b) instituídas a título de substituição às incidentes sobre a folha de pagamento; e
c) destinadas a outras entidades ou fundos.
As informações relativas à Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) deixarão de ser prestadas na Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) e passarão a ser apresentadas na DCTFWeb.
As ME e as EPP enquadradas no Simples Nacional que apresentam a DCTF em razão da CPRB deixarão de estar obrigadas à apresentação dessa declaração a partir do início da obrigatoriedade de apresentação da DCTFWeb, em conformidade com o cronograma apresentado.
Além da DCTFWeb mensal, tem também a Anual, para declaração dos fatos geradores relativos à gratificação natalina (13º salário), com vencimento até o dia 20 de dezembro; e a Diária, que deve ser entregue para a prestação de informações relativas à receita de espetáculos desportivos realizados por associação desportiva que mantém clube de futebol profissional. Nesse último caso, o prazo de entrega será o segundo dia útil após a realização do espetáculo.
O manual da DCTFWeb está sendo finalizado e logo será divulgado para a sociedade.
Importante destacar que a nova declaração nasce com o conceito de pré-preenchimento, integrada com outras aplicações, incialmente o eSocial e a EFD-Reinf, facilitando o preenchimento da declaração.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
RFB esclarece que pagamento de dividendos precisam ser informados na DME:
"No caso das demais operações (como, por exemplo, distribuição de dividendos) em que não há código específico nos anexos mencionados anteriormente, o campo código não será preenchido, portanto não será obrigatório. Nesse caso, deve ser selecionada a opção “Outras Operações”.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Contribuintes do ICMS devem ter atenção no preenchimento da EFD de janeiro
A exigência é decorrência da obrigatoriedade de se gerar a
GIA a partir das informações prestadas na EFD.
A Escrita Fiscal Digital (EFD), obrigação acessória
mensalmente encaminhada pelos contribuintes do ICMS ao Fisco, deverá conter as
informações relativas ao inventário de 31/12/2017 no arquivo referente à
competência do mês de janeiro de 2018. A exigência é decorrência da
obrigatoriedade de se gerar a Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) a
partir das informações prestadas na EFD, que está em vigor para fatos geradores
ocorridos desde setembro do ano passado, conforme Instrução Normativa RE nº
006/17.
Entenda a exigência
A GIA referente ao mês de janeiro exige a informação do
estoque inicial (estoque da virada do ano). Como a GIA é gerada a partir das
informações da EFD, este mesmo estoque deve ser discriminado na EFD de janeiro
(bloco H – inventário). Caso não haja inventário na EFD de janeiro, não será
obtida uma GIA válida, tornando o contribuinte omisso em relação à entrega da
mesma.
Detalhamentos técnicos
1) O inventário na EFD deverá informar o registro H020. O
Código de Situação Tributária (CST) a ser informado neste registro corresponde
ao que constou quando da entrada da mercadoria/insumo.
2) O motivo do inventário (MOT_INV) a ser informado no
registro H005 deve ser o “01”, que corresponde ao de final do período.
3) Caso no mês de janeiro, por alguma outra legislação, o
contribuinte tenha que informar também o inventário de 31/01, não há qualquer
problema, visto que o registro H005 é de ocorrência “1:N”.
4) Vale lembrar que a obrigação de informação dos estoques
está restrita ao previsto no Art. 158 do Regulamento do ICMS (Decreto
37.699/97):
“Art. 158 - O livro Registro de Inventário destina-se a
arrolar, pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita
identificação, as mercadorias, as matérias-primas, os produtos intermediários,
os materiais de embalagem, os produtos manufaturados e os produtos em
fabricação, existentes em cada estabelecimento do contribuinte na data do
balanço e por ocasião de transferência ou baixa do estabelecimento.”
5) No mês de fevereiro, o Programa de Validação e Assinatura
(PVA) da EFD exigirá também a informação do Bloco H. O contribuinte poderá repetir
o inventário informado na EFD de janeiro ou apresentar outro inventário que a
legislação obrigue para a competência.
Geração da GIA a partir da EFD
A geração da GIA por meio do recurso “importar EFD”
(disponível no aplicativo da GIA) passou a ser obrigatória para fatos geradores
ocorridos a partir de 1º de setembro de 2017. Essa funcionalidade visa
simplificar as obrigações acessórias a serem cumpridas pelos contribuintes,
garantindo mais agilidade ao processo a partir do preenchimento automático de
diversas informações. Além disso, a iniciativa qualifica os dados recebidos
pelo Fisco, que passam a ser mais precisos e completos, com menos redundâncias e
divergências.
Base legal: Instrução Normativa RE nº 006/17
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie (DME)
Através da Instrução Normativa RFB nº 1.761/2017 - DOU 1 de
21.11.2017, a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) instituiu uma nova
obrigação acessória destinada à prestação de informações relativas a operações
liquidadas, total ou parcialmente, em espécie, decorrentes de alienação ou
cessão onerosa ou gratuita de bens e direitos, de prestação de serviços, de
aluguel ou de outras operações que envolvam transferência de moeda em espécie.
Essas informações deverão ser prestadas a partir de
1º.01.2018, mediante o envio de formulário eletrônico denominado Declaração de
Operações Liquidadas com Moeda em Espécie (DME), elaborado mediante acesso ao
serviço "Apresentação da DME", disponível no Centro Virtual de
Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) no site da RFB (http://rfb.gov.br).
A DME deverá ser assinada digitalmente pela pessoa física ou
pelo representante legal da pessoa jurídica, ou pelo procurador devidamente
constituído nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.751/2017, por meio de
certificado digital válido, emitido por entidade credenciada pela
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), a fim de garantir a
autoria do documento digital.
São obrigadas à entrega da DME as pessoas físicas ou
jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil, exceto instituições financeiras
ou autorizadas pelo Bacen, que, no mês de referência, tenham recebido valores
em espécie cuja soma seja igual ou superior a R$ 30.000,00, ou o equivalente em
outra moeda, decorrentes das operações mencionadas, realizadas com uma mesma
pessoa física ou jurídica. Esse limite será aplicado por operação se esta for
realizada entre o declarante e mais de uma pessoa física ou jurídica,
independentemente do valor recebido de cada pessoa.
A DME deverá ser enviada à RFB até as 23h59min59s, horário
de Brasília, do último dia útil do mês subsequente ao mês de recebimento dos
valores em espécie.
A DME abrangerá informações sobre a operação ou o conjunto
de operações de uma mesma pessoa física ou jurídica e conterá:
a) a identificação da pessoa física ou jurídica que efetuou
o pagamento, da qual devem constar o nome ou a razão social e o número de
inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa
Jurídica (CNPJ);
b) o código do bem ou direito objeto da alienação ou cessão
ou do serviço ou operação que gerou o recebimento em espécie, constante do
Anexo I ou do Anexo II, respectivamente, da referida norma;
c) a descrição do bem ou direito objeto da alienação ou
cessão ou do serviço ou operação que gerou o recebimento em espécie;
d) o valor da alienação ou cessão ou do serviço ou operação,
em real;
e) o valor liquidado em espécie, em real;
f) a moeda utilizada na operação; e
g) a data da operação.
Também deverão ser informadas as operações em que for
utilizada moeda estrangeira, caso em que o valor em real será apurado com base
na cotação de compra para a moeda, divulgada pelo Banco Central do Brasil,
correspondente ao dia útil imediatamente anterior ao do recebimento. Nas
operações em que for utilizada moeda estrangeira sem cotação divulgada pelo
Bacen, o valor deve ser convertido em dólar dos Estados Unidos da América com
base no valor fixado pela autoridade monetária do país de origem da moeda, correspondente
ao dia útil imediatamente anterior ao do recebimento, e em seguida em real.
Eventuais erros, inexatidões ou omissões constatados depois
da entrega da DME podem ser corrigidos ou supridos, conforme o caso, mediante
apresentação de DME retificadora, devendo conter as informações prestadas na
DME retificada e as inclusões, exclusões ou alterações necessárias, e terá a
mesma natureza desta.
A não apresentação da DME ou sua apresentação fora do prazo
fixado ou com incorreções ou omissões sujeita o declarante às seguintes multas:
I - pela apresentação extemporânea:
a) R$ 500,00 por mês ou fração se o declarante for pessoa
jurídica em início de atividade, imune ou isenta, optante pelo SIMPLES Nacional
instituído pela Lei Complementar nº 123/06, ou que na última declaração
apresentada tenha apurado o Imposto sobre a Renda com base no lucro presumido;
b) R$ 1.500,00 por mês ou fração se o declarante for pessoa
jurídica não incluída na alínea "a"; e
c) R$ 100,00 por mês ou fração se pessoa física; e
II - pela não apresentação ou apresentação com informações
inexatas ou incompletas ou com omissão de informações:
a) 3% do valor da operação a que se refere a informação
omitida, inexata ou incompleta, não inferior a R$ 100,00, se o declarante for
pessoa jurídica; ou
b) 1,5% do valor da operação a que se refere a informação
omitida, inexata ou incompleta, se o declarante for pessoa física.
A forma de apresentação da DME obedecerá ao disposto nas
normas complementares estabelecidas no manual informatizado disponível no site
da RFB. A Coordenação-Geral de Programação e Estudos (Copes) e a
Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (Cotec) adotarão as providências
necessárias à implementação da DME.
Um ato conjunto da RFB e do Conselho de Controle de Atividades
Financeiras (Coaf) poderá determinar que as informações a que são obrigados os
setores por este regulados sejam prestadas exclusivamente por meio da DME e
compartilhadas pela RFB, a fim de evitar duplicidade de informações.
A Instrução Normativa RFB nº 1.761/17 entrou em vigor na
data de sua publicação no DOU de 21/11/2017, produzindo efeitos a partir de
01/01/2018.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Durante o período de 03/01 a 17/01 atenderemos exclusivamente por e-mail: franciscolaranja@franciscolaranja.com
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Agenda de cursos
Agenda de cursos
Setembro de 2017
Francisco Laranja Cursos Fiscais
01/09 Curso sobre a IN 1.700 na CICS Farroupilha
12/09 Curso sobre o cruzamento da GIA e SPED ICMS na CIC de
Caxias do Sul
13 e 14/09 Curso sobre as alterações do Simples Nacional no
SINDESC RS
15/09 Curso sobre a Reinf na UCS de São Sebastião do Caí
18/09 Palestra sobre as alterações do Simples Nacional na
sede do escritório LC Bohn em São Sebastião do Caí
19/09 Curso sobre a EFD Contribuições na UCS de Vacaria
21/09 Curso sobre a Reinf na UCS de Caxias do Sul
22/09 Curso sobre apuração de PIS e COFINS na CICS de
Farroupilha
23/09 Curso básico de ICMS e IPI na UCS de Bento Gonçalves
25 e 26/09 Curso sobre o cruzamento da GIA e SPED ICMS na
ACI/NH
27/09 Curso sobre benefícios fiscais no SESCON RS
28/09 Curso sobre a Reinf na CIC de Caxias do Sul
29/09 Curso sobre a Reinf na UCS de Caxias do Sul
Novo layout da Reinf
A Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais - EFD-REINF - constitui um dos módulos do Sistema Público de Escrituração Digital - Sped - e é um projeto da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB.
Logo no início de sua implantação, a EFD-REINF substituirá a GFIP referente às informações tributárias previdenciárias prestadas nesses instrumentos e que não estão contempladas no eSocial.
Num segundo momento, após sua implantação, a EFD-REINF também substituirá a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - DIRF.
Entretanto, o cronograma prevê a entrada da EFD-REINF em dois períodos: janeiro e julho de 2018, conforme previsto na Instrução Normativa RFB nº 1701, de 14/03/17. Dessa forma, a DIRF não será substituída logo de imediato, referente ao ano-calendário 2018 (DIRF 2019).
Sendo assim, o evento da EFD-REINF que colherá informações a respeito de Retenções na Fonte, denominado "R-2070 - Retenções na Fonte - IR, CSLL, Cofins, PIS/PASEP", não estará disponível para o início da primeira entrada em produção, em janeiro de 2018. As demais informações previstas nos leiautes publicados em setembro de 2017 (versão 2) serão exigidas dentro do cronograma mencionado.
Logo no início de sua implantação, a EFD-REINF substituirá a GFIP referente às informações tributárias previdenciárias prestadas nesses instrumentos e que não estão contempladas no eSocial.
Num segundo momento, após sua implantação, a EFD-REINF também substituirá a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - DIRF.
Entretanto, o cronograma prevê a entrada da EFD-REINF em dois períodos: janeiro e julho de 2018, conforme previsto na Instrução Normativa RFB nº 1701, de 14/03/17. Dessa forma, a DIRF não será substituída logo de imediato, referente ao ano-calendário 2018 (DIRF 2019).
Sendo assim, o evento da EFD-REINF que colherá informações a respeito de Retenções na Fonte, denominado "R-2070 - Retenções na Fonte - IR, CSLL, Cofins, PIS/PASEP", não estará disponível para o início da primeira entrada em produção, em janeiro de 2018. As demais informações previstas nos leiautes publicados em setembro de 2017 (versão 2) serão exigidas dentro do cronograma mencionado.
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Agenda de cursos de agosto
Formação de Analista Fiscal no SINDESC: 05, 12, 19 e 26/08;
10/08 Curso sobre o Simples Nacional no SESCON/RS;
17/08 Curso sobre a IN 1.700 da RFB no SESCON/RS;
18/08 Curso sobre o Simples Nacional na CICS de Farroupilha;
21/08 Curso sobre os cruzamentos da GIA X SPED no SINDESC;
22/08 Curso sobre a apuração de PIS e COFINS na CIC Caxias;
23/08 Curso sobre a ST do ICMS em Passo Fundo pelo SESCON/RS;
24/08 Palestra sobre a Reforma Trabalhista no escritório LC
Bohn;
28/08 Curso sobre o SPED Fiscal na sede do SESCON/RS;
29 e 30/08 Curso sobre o Simples Nacional na ACI de Novo
Hamburgo;
31/08 Curso sobre a EFD Contribuições na UCS de Caxias do
Sul.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Norma mostra como contabilizar softwares, direitos autorais, propriedade intelectual, marcas e patentes
Minuta do documento do CFC aceita
sugestões e comentários até junho
Como registrar ativos
intangíveis, como softwares e patentes, nas demonstrações contábeis das
entidades públicas? Para resolver essa questão e adequar a norma contábil aos
padrões internacionais, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) instituiu um
grupo que trabalha na convergência das normas brasileiras de contabilidade às
regras internacionais do setor, conhecidas como IPSAS.
Entre os assuntos do grupo está a
Norma Brasileira de Contabilidade aplicada ao setor público NBC TSP 08, que
trata dos ativos intangíveis. O dispositivo trata do reconhecimento, mensuração
e evidenciação de itens como softwares, direitos autorais, patentes, marcas,
sistemas de licenças, propriedade intelectual e mesmo itens do patrimônio
cultural intangível. Segundo o relator da regra no Grupo Assessor de Normas
Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (GA-NBCASP), Flávio
Rocha, ativo intangível é um bem não monetário, identificável e sem forma
física. Um ativo é identificável se puder ser separado da entidade e vendido,
transferido, licenciado, alugado ou trocado, ou ainda se resultar de
compromissos obrigatórios.
“É bom lembrar que um ativo
intangível só deve ser reconhecido se for provável que os benefícios econômicos
futuros ou potencial de serviços a ele atribuíveis serão gerados em favor da
entidade, e seu custo ou valor justo possam ser mensurados confiavelmente”,
explica o relator. De acordo com ele, os ativos intangíveis mais encontrados
nas demonstrações contábeis são os softwares, que têm registro a partir de seu
custo de aquisição ou desenvolvimento.
“Quando incorporados ao
patrimônio em uma transação sem contraprestação, os softwares devem ser
reconhecidos pelo seu valor justo na data da aquisição”, orienta Rocha. Já os
gastos incorridos com marcas, títulos de publicações, listas de usuários de um
serviço e outros itens de natureza similar não podem ser separados dos custos
relacionados ao desenvolvimento do negócio como um todo. Dessa forma, esses
itens não são reconhecidos como ativos intangíveis.
Nos casos em que os gastos não se
qualificam para o reconhecimento de intangível, eles devem ser contabilizados
como despesas no período em que ocorrerem. “A NBC TSP 08 desperta no setor
público a necessidade de reconhecer, mensurar e divulgar elementos patrimoniais
que não tenham substância física. Valores relevantes são investidos a cada
exercício financeiro em itens intangíveis que não eram reconhecidos nas
demonstrações contábeis”, analisa o relator.
Com a publicação da NBC TSP 08,
complementa Rocha, o profissional contábil vai ter uma norma para subsidiar seu
trabalho no que tange ao correto reconhecimento e evidenciação do patrimônio
público, ainda que esse patrimônio não tenha substância física.
Assim como as outras quatro
normas aplicadas ao setor público em processo de convergência, a minuta da NBC
TSP 08 está disponível no site do CFC para consulta (acesse AQUI) e permanece
aberta a contribuições até 9 de junho.
Sugestões e comentários podem ser
enviados pelo endereço eletrônico: ap.nbc@cfc.org.br.
Fonte: Conselho Federal de
Contabilidade - CFC
quarta-feira, 10 de maio de 2017
RFB volta atrás e aceita e-CNPJ ou e-CPF para assinar ECD
Será publicada nova versão do programa da ECD, até o dia 12 de maio, com novas regras para assinatura da ECD, conforme abaixo:
Uma ECD ORIGINAL deve ter, pelo menos, duas assinaturas:
(1) uma do e-PF ou e-CPF correspondente ao profissional contábil (código de assinante 900); e
(2) outra que deve ser indicada como responsável pela assinatura da ECD, podendo ser um e-PJ ou e-CNPJ (com código de assinante igual a 001, exclusivo de PJ) ou um e-PF ou e-CPF ligado a um outro código de assinante qualquer (com exceção dos códigos dos profissionais contábeis 900, 910 e 920).
terça-feira, 11 de abril de 2017
Termo de verificação para retificar SPED Contábil
Art. 5º-A Depois de autenticados somente poderão ser substituídos os livros que contenham erros que não possam ser corrigidos por meio de lançamentos extemporâneos, nos termos das Normas Brasileiras de Contabilidade.
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
§ 1º O cancelamento da autenticação e a apresentação de ECD substituta somente poderão ser feitos mediante apresentação de Termo de Verificação para fins de Substituição que os justifique, o qual deverá integrar a escrituração substituta e conterá, além do detalhamento dos erros que motivaram a substituição:
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
I - identificação da escrituração substituída;
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
II - descrição pormenorizada dos erros;
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
III - identificação clara e precisa dos registros que contêm os erros, exceto quando estes decorrerem de outro erro já discriminado.
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
§ 2º O Termo de Verificação para Fins de Substituição será assinado:
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
I - pelo próprio profissional contábil que assina a escrituração substituta, quando a correção dos erros não depender de alterações de lançamentos contábeis, saldos, ou demonstrações contábeis, tais como, correções em termo de abertura ou de encerramento e na identificação dos signatários;
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
II - por 2 (dois) profissionais contábeis, sendo 1 (um) deles contador, quando a correção do erro gerar alterações de lançamentos contábeis, de saldos ou de demonstrações não auditadas por auditor independente;
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
III - por 2 (dois) contadores, sendo 1 (um) deles auditor independente, quando a correção do erro gerar alterações de lançamentos contábeis, de saldos ou de demonstrações que tenham sido auditadas por auditor independente.
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)
§ 3º São nulas as alterações feitas sem o Termo de Verificação para fins de Substituição de que trata o § 1º
(Incluído(a) pelo(a) Instrução Normativa RFB nº 1679, de 27 de dezembro de 2016)terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Unificação de PIS e Cofins pode elevar carga tributária sobre serviços
Proposta resultaria numa alíquota única de 9,25% e afetaria 1,5 milhão de empresas
Sob o argumento de simplificar o complexo sistema tributário do país, a proposta de unificar o PIS e o Cofins em um único tributo surgiu em 2013, na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Com o governo sem apoio no Congresso, a ideia não andou. Mas, em dezembro, o tema voltou a ser discutido em audiência na Câmara dos Deputados.
R$ 50 BILHÕES A MAIS
Se a unificação for aprovada, o PIS/Cofins combinado resultaria numa alíquota única de 9,25%. Estimativa feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostra que a medida afetaria 1,5 milhão de empresas, que passariam a pagar R$ 50 bilhões a mais por esses tributos. Ou seja, de cada dez postos de trabalho, dois podem ser eliminados, calcula o IBPT, porque as empresas não teriam como repassar essa alta de custos aos preços dos serviços num ambiente recessivo como o atual.
O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, explica que, atualmente, a tributação ocorre sob dois regimes: o não cumulativo (para as empresas que são tributadas com base no lucro real) e o cumulativo (para as companhias tributadas pelo lucro presumido). As empresas tributadas no sistema não cumulativo pagam 9,25% (1,65% de PIS e 7,6% de Cofins), mas abatem desse percentual o imposto pago por insumos na cadeia de produção, por meio da geração de créditos tributários.
Já as companhias que estão no sistema cumulativo pagam hoje o PIS/Cofins com alíquota de 3,65% (0,65% de PIS e 3% de Cofins). Essa categoria, segundo os empresários, seria a mais prejudicada já que não tem como gerar créditos tributários para compensar o imposto maior, pois trabalha com mão de obra intensiva.
— Nosso maior insumo é a mão de obra. Essa unificação será devastadora para um setor que cria muitos empregos, além de tirar nossa competitividade — diz o empresário Marco Stefanini, diretor executivo da empresa de tecnologia da informação Stefanini, que emprega 21 mil funcionários, sendo 12 mil no Brasil.
— Com a unificação, todo mundo vai ter que gastar mais com tributos e terá a lucratividade reduzida — afirma Olenike.
— Estamos fazendo uma mobilização nacional contra esse projeto — ressalta Balestrin.
MUDANÇA GRADUAL
O Ministério da Fazenda não se pronunciou sobre o projeto de unificação do PIS/Cofins, hoje parado no Congresso. Uma fonte do governo lembra que um estudo feito pela Fazenda, no ano passado, previa que a unificação dos tributos ocorreria gradualmente, com um período de transição, pois havia preocupação com empresas com mão de obra intensiva. Mas, na Receita Federal, diz essa fonte, não se trabalhava com essa possibilidade de diferenciação de alíquotas, pois isso teria impacto negativo na arrecadação.
Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/unificacao-de-pis-cofins-pode-elevar-carga-tributaria-sobre-servicos-20756346#ixzz4W22N7Ogk
Assinar:
Postagens (Atom)